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Lacto Schraiber II SEM LACTOSE - 30 Sachês

LACTO230
Data de lançamento: 23/07/2018
Disponibilidade: Imediata
Produto com validade 11/2022

De R$ 224,19
Por:
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Descrição Geral

Apresentação: Embalagem com 30 Sachês 

Lacto Schraiber II é um produto à base de Lactobacillus Acidophillus, (1 bilhão de UFC por sachê /probiótico), que restabelece a flora intestinal, mantendo-a em equilíbrio, auxiliando na recuperação do sistema imunológico(IgA secretório).

Composição do Lacto Schraiber II

  • Lactobacillus acidophillus + FOS

Lacto Schraiber II é altamente competitivo para a repovoação intestinal

Lacto Schraiber II contém:

  • cálcio e magnésio
  • Vitaminas C, B1, B2, B6
  • FOS 

O Lacto Schraiber II tem Ação

  • ação prebiótica no intestino
  • ação simbiótica com o Lactobacillus

Os BENEFÍCIOS do Lacto Schraiber II são:

  • Reequilibra a flora intestinal
  • Desintoxica o organismo
  • Recuperação em diarréias e prisão de ventre

O Lacto Schraiber II Auxilia em:

  • Tratamentos com antibióticos e corticóides
  • Tratamentos com fungicidas e anticoncepcionais
  • Alergias

Informações gerais sobre o produto: 

  • Produto 100 % Vegano
  • Não contém glúten 
  • Sem Lactose 
  • Selo Cruelty Free and Vegan (PETA)

COMPOSIÇÃO: sachê com 7 g

Posologia:1 sachê ao dia.

Ficha técnica
CódigoLACTO230
Código de barras7898307013655
CategoriaProbióticos e Prebióticos
MarcaSchraiber
Informação adicionalProduto com validade 11/2022
DisponibilidadeImediata
Características

Características


  • Vegano: Sim
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Informações

Os benefícios à saúde do hospedeiro atribuídos à ingestão de culturas probióticas que mais se destacam são: controle da microbiota intestinal; estabilização da microbiota intestinal após o uso de antibióticos; promoção da resistência gastrintestinal à colonização por patógenos; diminuição da população de patógenos através da produção de ácidos acético e lático, de bacteriocinas e de outros compostos antimicrobianos; promoção da digestão da lactose em indivíduos intolerantes à lactose; estimulação do sistema imune; alívio da constipação; aumento da absorção de minerais e produção de vitaminas. (Shah, Lankaputhra, 1997; Charteris et al., 1998; Jelen, Lutz, 1998; Klaenhammer, 2001; Kaur, Chopra, Saini, 2002; Tuohy et al., 2003).

 

AS FIBRAS E OS PREBIÓTICOS

 

As fibras da dieta estão incluídas na ampla categoria dos carboidratos. Elas podem ser classificadas como solúveis, insolúveis ou mistas, podendo ser fermentáveis ou não-fermentáveis. A nova definição de fibra da dieta sugere a inclusão de oligossacarídeos e de outros carboidratos não-digeríveis. Deste modo, a oligofrutose, denominadas de frutanos, são fibras solúveis e fermentáveis, as quais não são digeríveis pela a-amilase e por enzimas hidrolíticas, como a sacarase, a maltase e a isomaltase, na parte superior do trato gastrintestinal (Carabin, Flamm, 1999).

 

Como os componentes da fibra da dieta não são absorvidos, eles penetram no intestino grosso e fornecem substrato para as bactérias intestinais. As fibras solúveis são normalmente fermentadas rapidamente, enquanto as insolúveis são lentamente ou apenas parcialmente fermentadas (Puupponen-Pimiä et al., 2002).

 

A extensão da fermentação das fibras solúveis depende de sua estrutura física e química. A fermentação é realizada por bactérias anaeróbicas do cólon, levando à produção de ácido lático, ácidos graxos de cadeia curta e gases. Conseqüentemente, há redução do pH do lúmen e estimulação da proliferação de células epiteliais do cólon (Carabin, Flamm, 1999).

Os prebióticos identificados atualmente são carboidratos não-digeríveis, incluindo diversos oligossacarídeos que fornecem carboidratos que as bactérias benéficas do cólon são capazes de fermentar.

 

Os prebióticos avaliados em humanos constituem-se dos frutanos e dos galactanos (Cummingns, Macfarlane, 2002).

 

A maioria dos dados da literatura científica sobre efeitos prebióticos relaciona-se aos frutooligossacarídeos (FOS) e à inulina e diversos produtos comerciais estão disponíveis há vários anos (PuupponenPimiä et al., 2002).

 

A inulina e a oligofrutose pertencem a uma classe de carboidratos denominados frutanos e são considerados ingredientes funcionais, uma vez que exercem influência sobre processos fisiológicos e bioquímicos no organismo, resultando em melhoria da saúde e em redução no risco de aparecimento de diversas doenças, conforme ilustrado na figura 1. As principais fontes de inulina e oligofrutose empregadas na indústria de alimentos são a chicória (Cichorium intybus) e a alcachofra de Jerusalém (Helianthus tuberosus) (Carabin, Flamm, 1999; Kaur, Gupta, 2002).

 

O termo FOS tende a descrever misturas de frutanos do tipo inulina de cadeia curta, sintetizados a partir da sacarose. Os FOS consistem de moléculas de sacarose, compostas de duas ou três subunidades de frutose adicionais, adicionadas enzimaticamente, através de ligação b(2®1) à subunidade frutose da sacarose (Carabin, Flamm, 1999; Biedrzycka, Bielecka, 2004). Os frutanos são os polissacarídeos não-estruturais mais abundantes na natureza, após o amido. Eles estão presentes em grande variedade de vegetais e, também, em algumas bactérias e fungos (Carabin, Flamm, 1999). Bifidobactérias fermentam seletivamente os frutanos, preferencialmente a outras fontes de carboidratos, como o amido, a pectina ou a polidextrose (Fooks, Fuller, Gibson, 1999). A alta especificidade dos FOS como substratos para bifidobactérias resulta da atividade das enzimas b-frutosidases (inulinases) associadas a células específicas, as quais hidrolisam monômeros de frutose da extremidade não-redutora da cadeia de inulina ou de determinados açúcares em que o resíduo de frutose ocorre na posição b(2-1).

 

 

INDICAÇÃO: Contribui para o equilíbrio da flora intestinal

 

Fornece 1 bilhão de UFC- Unidades Formadoras de Colônias.

 

APRESENTAÇÃO: Sachês de 7g sem sabor e 7,1 g para com sabor 

 

 Sem sabor

 

 

Registro no Ministério da Saúde nº 5.6484.0013.001-7

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